Na vida ou no mundo corporativo, gerenciar riscos é saber tomar as melhores decisões para que “essas renúncias” causem os menores impactos possíveis na gestão estratégica da organização, uma vez que risco zero é utopia. Diferentemente da vida pessoal, ou não, no mundo corporativo essa mensuração torna-se mais fácil, porque os impactos possuem uma tradução bastante singular, que são os resultados financeiros.
Cada vez mais as empresas estão passando por processos de auditorias e preocupadas com o gerenciamento de seus riscos, sejam eles para melhoria de seus resultados de uma forma geral, ou certificações, cumprimento de normas, legislações e melhores práticas.
O mundo dos negócios ficou frenético e a concorrência desleal. Ações de gerenciamento isoladas, não se aplicam mais, pois elas podem tratar a “dor”, mas, não necessariamente, a “saúde”da empresa.
Com base na visão de gestão integrada com os objetivos de negócios da organização podemos dizer, então, que estamos na era do valor. No caso dos riscos, para cada um deles existe um tratamento específico, mas, sua aplicação, como mencionado, deve ser visando os impactos no negócio como um todo.
A governança corporativa ganhou força nos últimos dez anos, devido à aplicabilidade deseu modelo, originado nos Estados Unidos e Inglaterra, para um melhor gerenciamento dos conflitos entre acionistas e cotistas; ou sistemas pelos quais as sociedades são dirigidas.
O modelo descreve, através de mapeamento dentro da organização, o processo para tomada de decisão e de sua implementação, ou na empresas já Essa gestão integrada mostra que as empresas estão aprendendo a gerenciar valor e que, conseqüentemente, passam a demandar ferramentas tecnológicas que as auxiliem a transformar o que parece uma “sopa de letrinhas” em políticas, que traduzem na melhoria de seus resultados financeiros; confirmando, assim, que nessa nova era: pessoas, processos e infra-estrutura devem andar juntos.
Resumido por Angelo.
Atenção total aos riscos é o que garante um empreendimento de dar certo. Planejamento é tudo.
ResponderExcluirÓtimo blog, continue assim.
Richard Nogueira.