quarta-feira, 10 de junho de 2009

A importância dos gerentes na condução da gestão do conhecimento ( Frank Astor do Nascimento)

Introdução
Graças a evolução do capitalismo, surgiu um novo modelo profissional: o colaborador da gestão do conhecimento. Este membro tem o papel de direcionar seus olhos ao pensamento e à participação.
Para que ele seja produtivo, é preciso que o seu gerente tenha capacidade para estimular e absorver. E sabemos que poucos são os gerentes que tem esse aprimoramento nas relações chefe subordinado.

A evolução do profissional
Até o final da década de 80, o desenvolvimento intelectual era designado apenas aos níveis hierárquicos mais altos. Ou seja, os administradores não se importavam em desenvolver a inteligência do funcionário.
Hoje, temos uma evolução no perfil do trabalhador. Ele pensa, participa, e sugere melhorias, é competente e apto para abraçar novas responsabilidades. Claro, se for preparado para isso.

É muito importante que os gerentes saibam trabalhar as habilidades, e até o "gênio" dos seus subordinados. Muitas vezes o ambiente não é propicio e a cultura da empresa não facilita o processo. O gerente tem esse papel, de trazer o intelecto tácito desse profissional para a realidade, e evitar que tanto conhecimento se perca, ou o que é pior, bata na porta da concorrência.

Resultados da pesquisa
Entretanto, os atuais gerentes muitas vezes não tem um nível de escolaridade condizente com o cargo ocupado. Nem mesmo acadêmico. E as qualidades que irão favorecer retirar dos seus funcionários o seu melhor são inseridas no perfil profissional dos futuros gerentes na universidade.
Muitos gerentes têm recebido treinamentos, seminários e cursos de universidades, para tentar brotar em si esse potencial que faz a diferença nas relações com o novo "colaborador da gestão do conhecimento". O que muito se notou na pesquisa foi que 29% dos funcionários possuem gerentes com nível de ensino apenas até o ensino médio (antigo 2º grau).
As questões xeque são: como um gerente pode lidar com funcionários com nível intelectual maiores que o dele próprio? Será possível trabalhar as potencialidades dos seus subordinados?

Conclusão
É fundamental que o gerente aprenda a lidar com seus subordinados intelectualizados. E ao empregado que hoje cursa faculdade, resta a esperança de que um dia ele mude, nem que seja de empresa.
Resumido por Weslei.

3 comentários:

  1. É realmente hoje o papel do gerente mudou, não basta só o gerente fazer com que o funcionario seja competente, e sim participativo, fazendo com que ele se sinta uma peça fundamental para o crescimento da empresa, com isso gerando uma motivação maior para alcançar os resultados.

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  2. Concordo com o artigo pois oque vemos hoje é uma nova forma de gerir, pois o foco passa ser as pessoas e não o produto final, pois com essa mudança de mente, enxerga-se que quem faz o produto ter maior valor agregado são as pessoas que os fazem, por isso deve-se trabalhar a motivação e primar por funcionários que venham participar não só do rocesso de execução, mas também da criação e desenvolvimento/aprimoramento do produto a ser vendido.

    Att. Airton

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  3. Muito interessante o artigo, pois nos leva a refletir sobre o papel dos gerentes nas organizações e como o conhecimento intelectual, ou a falta dele pode ser prejudicial na gestão de pessoas. Pois, se o "conhecimento" estiver detido simplesmente na pessoa: funcionário, ou gerente o mesmo pode imaginar - se imprescindível para a organização.Porém, é preciso que os gerentes sejam condutores de conhecimentos, e possam compartilhar com seus funcionários todo critério de criatividade, desenvolvimento, melhorias continua, obter o comprometimento dos mesmos e aproveitamento de talentos. Por que se a pessoa que gerencia for limitada intelectualmente em relação ao seu funcionário, só poderemos torcer que realmente mude, mude de empresa. Pois, gerentes que deixam de ousar além de não serem capazes da auto motivação, não podem ir além dos resultados que esperam que atinja e faltamente estará no caminho dos que são capazes de atingir.

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